quarta-feira, 29 de maio de 2019

VÍDEO AULA 02



A Vídeo aula de hoje tem o título: Os sete saberes necessário à educação do futuro. CAPITULO 1 – As Cegueiras do Conhecimento: O erro e a ilusão. Vamos aprender um pouco sobre como no processo de construção de conhecimento, principalmente o cientifico, busca afastar o erro de suas concepções e não integrando o erro, para o avanço do próprio conhecimento. 







Edgar Morin, antropólogo, sociólogo, filosofo e historiador francês, escritor de mais de trinta obras, considerado um dos maiores pensadores da contemporaneidade, propõe a religação dos saberes com novas concepções sobre o conhecimento e a educação. A partir da perspectiva da abordagem complexa, ele percebe que no século XXI, se deveria ter com maior urgência no campo da epistemologia, não a questão de rever doutrinas e métodos, mas produzir um novo conhecimento no lugar da especialização , simplificação e fragmentação de saberes.
Com a introdução da incerteza e da falibilidade no processo rígido da cultura ocidental, as limitações causadas pela compartimentação do conhecimento, poderão ser desfeitas, sem desconsiderar aspectos como o ambiente, a história e a psicologia, entre outros. No espeço escolar, temos a realidade de um ambiente de conhecimento fragmentado em diversas disciplinas, no entanto é nesse local – a escola, que a diversidade de indivíduos e objetos, interagem e conectam formando um fenômeno complexo, ideal para o processo de mudança de mentalidades.
Diante de incomodações advinda da complexa sociedade contemporânea e sua relação com a construção do conhecimento, questões diversas levaram Morin a buscar respostas para os desafios do Século XXI e quando as tecnologias permite um acesso inédito as informações , se atinge uma questão muito recente e nova que tem incomodado muito diversas autoridades, e mediante isso, As Organizações das Nações Unidas, pede a Edgar Morin , uma relação de temas indispensáveis para a formação do cidadão do século XXI. Assim, nasce a obra, “os setes saberes necessário à educação do futuro”, que não se trata de uma receita pronta e acabada para o conhecimento e sim, incomodações, advinda de grandes “buracos negros” na educação que foram ignorados, fragmentados e subestimados ao longo de anos nos projetos educativos. Cada capítulo aborda questões pertinentes para formação do cidadão do século XXI, como:  estudos da formação do conhecimento humano, a pertinência de conteúdo, as condições humanas para vida em sociedade, identidade e as relações humanas, enfrentando as incertezas com base nas ciências, apreendendo a compreender para superação das mentalidades e a formação de uma ética global da humanidade.
No primeiro capitulo, que tem como titulo, " As cegueiras do conhecimento: Os erros e a da ilusão", Morin trata a questão de como as ciências, principalmente no ocidente,  deixou de lado em suas abordagens sobre o erro e o falso conhecimento que produzem por não abordar, tais elementos. Para o autor, todo conhecimento comporta o risco de erro e da ilusão, e a educação do futuro deve enfrentar tal questão, problema este que parasita as mentalidades desde o Homo sapiens.
Diante, desse primeiro momento de estudos podemos apreender que os desafios do novo século, terá uma missão complicada, principalmente, ao entender que O erro e a ilusão , na construção de saberes será mais difícil do que se imagina , pois não , estes que foram propagados pela humanidade não se reconhecem , em absoluto, como tais.

REFERÊNCIA:

MORIN, Edgar. Os sete saberes necessário à educação do futuro. SILVA, Catarina Eleonora. SAWAYA, Jeanne (trad). CARVALHO, Edgard de Assis (rev). 2. ed. São Paulo, SP: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2000. Disponível em : <https://bioetica.catedraunesco.unb.br/wp-content/uploads/2016/04/Edgar-Morin.-Sete-Saberes.pdf> Acesso em: 29 de Maio de 2019.



segunda-feira, 13 de maio de 2019

Meio Ambiente e Educação: Possibilidades de uso de Novas Tecnologias da Informação e comunicação em Aula de Campo no Cariri

                                                        (Fonte: Arquivo privado)
     
    No último dia 14 de Março de 2019, alunos da disciplina de Tecnologia da Informação e Comunicação aplicadas a Educação, da Universidade Regional do Cariri (URCA), realizaram uma aula de campo para o Sítio Fundão, na cidade de Crato – CE, com o objetivo de colocar em prática o conhecimento aprendido na referida disciplina e seus usos como possibilidade interdisciplinar em um contexto de não predominância de grandes tecnologias. Dessa forma, a ideia foi verificar as possíveis tecnologias que poderiam ser utilizadas como meio de construção de conhecimento e colocar em prática o processo de captura de fotos do espaço. 

                                                            (Fonte: Google Maps)

         O Sítio Fundão, segundo como é apresentado na página do Geopark Araripe, é um parque, criado pelo Governo do Estado, em 05 de junho de 2008, corresponde a uma área de 93,54 hectares. Está localizado na área urbana do município do Crato, a 3km do centro da cidade. O Sítio Fundão é uma área protegida com espécies dos biomas Cerrado e Caatinga, até remanescentes da Mata Atlântica, que apresenta características da composição florestal original da área sul do Estado do Ceará. Esta Unidade de Conservação de Proteção Integral encontra-se sob a responsabilidade da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (SEMACE), através do Núcleo de Apoio à Gerência da Unidade de Conservação (NAGUC) e da Coordenadoria Florestal (COFLO). O Parque estadual Sítio Fundão, integra os chamados Geossítios de turismo desde a criação do Geopark Araripe em 2006.

(Fonte: Google Play)

          Tecnologias como a do Google Maps, criada pelo grupo Google e de acesso gratuito, via smartphones e computadores, foi importante para essa atividade de campo, pois a referida ferramenta nos possibilita a verificação de rotas e percursos a serem realizados na atividade, bem como fornece imagens de satélites do espaço de abrangência do território, e informações adicionais como relevo do ambiente. Além disso, a ferramenta é um meio de comunicação entre visitantes do espaço para deixar opiniões e avaliar o local, para referência para futuros visitantes. Uma outra ferramenta para essa aula foi o EcoMaps, criado pelos alunos e professores do GPtec-IFCE Crato, e disponível em todas plataformas digitais, seu uso possibilita um melhor conhecimento sobre a flora e fauna nativa da região do cariri e em especial as mapeadas do Sitio Fundão e chapada do Araripe, assim contribuindo no fornecimento de dados técnicos a partir da leitura em placas ecológicas espalhadas , além de fornecer esses dados , esse aplicativo contribui também para o ensino e conscientização ambiental da região.

(Fonte: Arquivo Privado)

       Essa aula de campo foi um momento importante para a prática do conhecimento e análise das possibilidades de mediação a partir das tecnologias digitais. Foram feitas várias fotografias dessa aula, que você pode conferir abaixo, fruto do exercício da pratica apreendida em aula sobre como o uso das câmeras de celulares para fotografia, que foi praticado nessa aula.

(Fonte: Arquivo Provado)








domingo, 12 de maio de 2019

Educação e Tecnologia











Olá turma! Nosso assunto hoje é a relação sobre a educação e a tecnologia, no link acima você tem acesso a um breve resumo sobre esse debate a partir da reflexão do texto de Vani Moreira Kenski (2007) e abaixo segue a referencia do texto na integra. Vamos aproveitar e realizar a leitura e interagir no nosso debate em sala de aula.

Bom trabalho a todos!!!

Referência:

KENSKI, Vani Moreira. Educação e Tecnologia: O novo ritmo a informação. Campinas, SP: Papirus, 2007. Disponível em:<https://drive.google.com/file/d/1Ymsxrom3Ve5aEyJYNoZi_wSob5Ui2ldZ/view>.Acesso em: 10 de Maio de 2019.

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA USO PEDAGÓGICO DE APARELHO CELULAR EM AMBIENTE ESCOLAR




Olá, turma! Hoje compartilho com vocês um material que foi produzido de maneira coletiva, um pequeno manual técnico para uso do aparelho celular, em situações pedagógicas, no ambiente escolar! O link abaixo direciona para um arquivo PDF. O Manual contem dicas que pesquisamos e organizar em um documento único! Buscamos alguns critérios de organização das informações e eliminamos as dicas que estavam repetidas!!! 
Um abraço e boa leitura a todos!!!









Uso Pedagógico de aparelhos Celulares: Dicas de fotografia com aparelhos celulares


       Sedução, desejo, encantos, todos esses sentimentos podem ser despertados pelos nossos cinco sentidos, porém nenhum deles nos estimula tanto como a visão. Mesmo em lugares simples e sem graça, dependendo de como se captura a imagem, podemos dar uma novos significados e se tornar algo completamente diferente, onde tudo se torna uma questão de percepção. Uma boa foto, pode ser a chave para seu fracasso ou sucesso e para isso, realizamos uma analise e separamos dicas importantes a partir da análise de Vídeos de fotógrafos, disponibilizados no Youtube, sobre como utilizar o celular (smartphone) para capturar boas imagens. As dicas são:
  •        Segure corretamente o celular, apoiando braços e cotovelos junto ao corpo e utilizando as duas mãos para poder ter uma firmeza maior e evitar fotos tremulas.
  •        Na hora da fotografia busque utilizar os botões laterais, pois o uso do botão da tela corre o risco de fotos tremulas.
  •        De preferencia a fotos no sentido horizontal.
  •        Para centralizar ou melhor ajustar a sua foto ao que você deseja capturar, utilize a redra dos terços, a partir do uso de grades, que são as linhas horizontais e verticais que cruzam a sua tela do celular que podem ser ativadas nas configurações da câmera. A regra dos terços, pode ajudar para melhor qualificar a imagem a partir do nosso ponto de interesse que se da nos cruzamentos centrais. Veja exemplos abaixo: 





   (imagem01:Regrados terços com sentido de movimento)                                                               (imagem 02: Regra dos terços sentido de partida)        

        Para melhor centralizar seu ponto de interesse não utiliza o centro da tela e sim os pontos de intersecção das retas centrais (pontos em vermelho nas imagens), que dependendo do ponto de onde for retirado, poderá ter sentido diferentes.
  •        Não utilize o zoom do celular, pois o mesmo causa perca de qualidade da foto, essa função é melhor desempenhada com câmeras profissionais, porem hoje já existe no mercado, adereços que podem ser comprados para serem acoplados no seu celular.
  •        Para iluminação de preferencia a luz natural e se pode utilizar, cartolinas, isopor ou lençóis da cor branca para serem utilizados como ferramentas de ampliação de luz, no lugar das sombrinhas fotográficas. A iluminação poderá ser de preferencia nas laterais os que venha no seu sentido frontal, a luz na parte traseira não fica legal nas fotos e em contraponto a luz use os adereços para ampliação da mesma.
  •        A composição das fotos podem ser feitas de diversas formas, com uso de variação de cores ou formações geométricas (com ou sem assimetrias) a partir dos posicionamentos dos objetos de imagem, cores mais escuras podem dar sentidos de mais claros, cores mais claras de mais largo, cores muito forte sensação de quente em fim as cores tem significados nas fotos. A composição pode ser de forma humanizada, que significa de aplicação de uso da imagem dentro das devidas funções que se desempenha no seu cotidiano. A composição pode ser pelas questões geométricas entre formações retas e de curvas. As composições de formas retilíneas mostram uma perspectiva mais de seriedade e demonstra uma visão mias masculinizada das imagens as formações que compõe em curvas, já mostra a simplicidade, a leveza e se identifica com uma perspectiva mais feminina.
  •        Sobre o posicionamento do fotografo para a captura da imagem. A captura de imagem se utiliza muito dentro de três pontos: O de Plongée (do francês mergulho, ou seja, de cima para baixo) que traz uma visão mais de sensibilidade, as vezes de fragilidade, inferioridade, simplicidade da imagem, de pequenez e infância. A forma Normal (feita frontalmente na altura dos olhos) que traz a perspectiva natural da imagem. O Contra Plongée (visão de baixo para cima, o contrario do Plongée) traz a visão de superioridade, de empoderamento, de força, de grandeza.
  •        O pós-produção fotográfica pode ser também realizado no celular a partir das aplicações da câmera e de efeitos do celular ou ainda pode ser baixado aplicativos como o canva, snapssed, blach e balcch que pode ajudar a colocar marca d’agua, textos e efeitos de fundo.

     O segredo de uma boa foto, vem sempre da habilidade e do olho de quem utiliza o celular.
               
 Referencias:

FOTOGRAFANDO com o celular e a regra dos terços – dicas de fotografia. De olho na foto.Youtube.20 out. 2014.11min35s. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=vW7ee1Eb378>. Acesso em: 28 fev.2019.

7 DICAS para fotos profissionais com seu celular. Fantástica fábrica criativa. Youtube. 25 jul. 2017. 12min03s. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=aqPn4Zcn4q0>. Acesso em: 28 fev. 2019.

4 SEGREDOS para ótimas fotos com celular | smartphone. Fantástica fábrica criativa. Youtube. 18 dez. 2018. 11min11s. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=PEYjcuxzx00>. Acesso em: 28 fev.2019.

COMO tira fotos profissionais com o Celular | Fotos de celular 10x melhores! 1 truque simples. Fotografando na prática. Youtube. 21 ago. 2018. 6min07s. Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=AVjf8eK7ljU>. Acesso em: 28 fev. 2019.


Vídeo Aula 01


A Vídeo aula de hoje tem o título: Aprender com Vídeo e a Câmera. Para Além das Câmeras, ás ideias. Vamos aprender um pouco sobre o uso das câmeras e o processo de construção do conhecimento que traz o uso dessa ferramente na contemporaneidade. 



Na nossa vídeo aula, vamos refletir a partir da frase famosa, cunhada por Glauber Rocha (um dos grandes nomes do cinema brasileiro), que afirma "o cinema é uma câmera na mão e uma idéia na cabeça", já exaustivamente repetida, talvez estivesse também imaginando, como grande visionário que era, as inúmeras possibilidades de uso de narrativas audiovisuais que as novas câmeras de vídeo, bem mais amigáveis do que as de cinema, trariam.
Numa perspectiva de pedagogia de projetos uma delas deveria ser justamente esta: a de integrar todas as linguagens que as diferentes mídias permitem e realizar uma grande conversa entre elas. Uma conversa que, ao acontecer dentro das escolas, permitisse o acesso não apenas às máquinas – em torno das quais, muitas vezes, ficam reduzidas as discussões sobre a tecnologia – mas, sobretudo, às diversas formas de expressão que cada uma delas possa despertar em professores e alunos.
Com uma câmera de vídeo dentro da sala de aula ou da escola, os alunos, ao criarem seus próprios produtos audiovisuais, tendem a repetir os modelos massificados que estão acostumados a ver diariamente nas telas da televisão e, em menor escala, do cinema. Foram alfabetizados dessa forma, aliás como todos os que vivenciam essa sociedade de imagens e sons reproduzidos de tal maneira a alcançar cada lugar do país (talvez do mundo) onde exista energia elétrica.
Tudo, quanto mais se aperfeiçoam as técnicas, sobretudo as digitais, pode ser reproduzido, repetido, repensado, refeito, ao infinito, sem que com isso se perca o sentido primordial do ato de criar, ou seja, sua originalidade. Tudo fica a depender de como esse trabalho de criação aconteça.Talvez o grande desafio para a educação na sociedade telemidiática seja justamente o de estimular a expressão dessa complementaridade que permanece, muitas vezes, latente entre a educação e as mídias, em especial a televisão, por ser aquela que, hoje, consegue alcançar o maior número de pessoas e compõe, de igual maneira, o cotidiano de professores e alunos, supera a hierarquia imposta pela escola e transforma todos os envolvidos no processo em telespectadores dos mesmos programas, das mesmas imagens e sons.
Apreender essa linguagem que é outra e a mesma sempre é, pois, um desafio para todos, ultrapassando a idéia de aprender e ensinar que marca fortemente a educação. A televisão expressa uma linguagem pública, por isso mesmo alegórica, feita para uma massa de pessoas que conhece seus rudimentos e, muitas vezes, adentrou o universo da linguagem audiovisual sem dominar os códigos da língua escrita.Essa nova cultura telemidiática, ou seja, essa nova forma de estar no mundo, está a desafiar professores, alunos, sistemas de ensino. Todos podem aprender com a televisão, que, aliada a outras técnicas, está aí exigindo uma nova postura educacional da sociedade.
Educar para a televisão envolve ações que procuram, principalmente, formar um telespectador criterioso, que saiba ver com clareza o que lhe é apresentado, que possa escolher com competência o que deseja, ou não, ver. Educar com a televisão abrange atividades que lançam mão da linguagem televisiva para a apresentação e o desenvolvimento de determinados assuntos ou conteúdos.
Nesse sentido, parece ficar mais urgente ainda a criação de projetos que procurem superar esse fosso existente entre o saber-fazer e o saber-usar, entre as manifestações culturais e as educacionais, entre a tradição e o novo.Uma educação que envolva a mídia precisa revelar o cerne da linguagem e dos produtos dessa cultura audiovisual, buscando aprofundar a compreensão da forma de expressão televisiva, assim como é feito há muito nas escolas, com maior ou menor sucesso, com a literatura, por exemplo, para além da simples recepção e produção.
A escola está tão preocupada com sua própria estrutura feita de conteúdos, de grades curriculares, de seriações, que se esquece de ver e de sentir outras dimensões das coisas, das narrativas que utiliza, enfim, da própria vida que pulsa dentro e fora dela.Para que aconteça uma projeção, são necessários verdadeiros malabarismos, novos arranjos de turmas, horários extras, acordos apressados. Tudo isso porque a escola ainda é uma instituição muito restrita a duas linguagens apenas: a escrita e a oral. Os novos meios, mesmo incorporando os antigos, ao criarem as novas linguagens propõem igualmente novas formas de estar no mundo e – por que não? – também na escola.
Nos dias atuais se exige uma preparação prévia que, talvez, possa evitar uma prática recorrente nas escolas que é a da utilização dos produtos da linguagem audiovisual para passar o tempo vago ou liberar o professor para a realização de outras atividades.O processo educacional com o uso de recursos audiovisual alcança níveis da percepção humana que outros meios não. E, para o bem ou para o mal, podem se constituir em fortes elementos de criação e modificação de desejos e de conhecimentos, superando os conteúdos e os assuntos que os programas pretendem veicular e que, nas escolas, professores e alunos desejam receber, perceber e, a partir deles, criar os mecanismos de expansão de suas próprias idéias.

Bibliografia:

COUTINHO, Laura Maria. Aprender com Vídeo e a Câmera. Para Além das Câmeras, ás idéias. Tecnologia, currículo e projetos. Disponível em:<http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/1sf.pdf> Acesso em: 10 de Maio de 2019. ( pág. 18-21).

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